No caso não foi o dev né? kkkk. Na época era o CTO, e saiu CEO. Alguém com poder real de decisão, até na contratação e demissão de novas pessoas. Imagina se, por exemplo, ele deixou de contratar ou demitiu pessoas pela orientação sexual delas. Pode até não ser crime lá, mas aqui é.
E eu pensava assim também, até perceber que faz parte do argumento do bar nazista: se permitir apenas um cliente nazista, seu bar é nazista. Se deixar qualquer pessoa se manifestar desse modo, sem nenhuma consequência perante a sociedade, é o mesmo que admitir que é permitido.
E além disso, a obra já mostra qual é o seu propósito, assim como a Google, busca transformar seu cliente em um produto, por isso o Brave não me interessa. O Firefox+uBlock origin já satisfaz as minhas necessidades, pelo menos em privacidade e como bloqueador de propagandas. Ao menos em uma primeira instância, eles não tem motivação para monetizar a todo custo.
Obs: posso ter me confudido, quando falou de dev kk, como falei tanto do atual CEO do Brave quanto do dev principal do Ladybird. O primeiro parágrafo é sobre o CEO do Brave.
Entendi, então é mais provável que ungoogled chromium seja compatível com essa ferramenta, mas não conheço ela pessoalmente. Não julgo se usar o Brave, só não recomendo pelos motivos que comentei.
Eu não me importo tanto com isso de “o dev fez isso”, sabe, acho bom separar o autor da obra.
No caso não foi o dev né? kkkk. Na época era o CTO, e saiu CEO. Alguém com poder real de decisão, até na contratação e demissão de novas pessoas. Imagina se, por exemplo, ele deixou de contratar ou demitiu pessoas pela orientação sexual delas. Pode até não ser crime lá, mas aqui é.
E eu pensava assim também, até perceber que faz parte do argumento do bar nazista: se permitir apenas um cliente nazista, seu bar é nazista. Se deixar qualquer pessoa se manifestar desse modo, sem nenhuma consequência perante a sociedade, é o mesmo que admitir que é permitido.
E além disso, a obra já mostra qual é o seu propósito, assim como a Google, busca transformar seu cliente em um produto, por isso o Brave não me interessa. O Firefox+uBlock origin já satisfaz as minhas necessidades, pelo menos em privacidade e como bloqueador de propagandas. Ao menos em uma primeira instância, eles não tem motivação para monetizar a todo custo.
Obs: posso ter me confudido, quando falou de dev kk, como falei tanto do atual CEO do Brave quanto do dev principal do Ladybird. O primeiro parágrafo é sobre o CEO do Brave.
Eu só uso o brave pra coisas bem menores, tipo perchance.org, meu navegador principal é o IronFox.
Entendi, então é mais provável que ungoogled chromium seja compatível com essa ferramenta, mas não conheço ela pessoalmente. Não julgo se usar o Brave, só não recomendo pelos motivos que comentei.
Sim, sim, eu sei.